ETA CURIOSIDADE!

quinta-feira, 22 de outubro de 2020

Alunos da EJA apresentam trabalhos realizados em parceria com a 5ª Gere o MPE-AL

 No último dia 21 de outubro, alunos das escolas estaduais da 5ª Gere apresentaram trabalhos realizados em parceria com o Ministério Público Estadual de Alagoas. 

Os trabalhos produzidos por alunos da Educação de Jovens e Adultos e orientados por professores que desenvolveram seus planos de aula inspirados na cartilha "Sou do Bem, Digo não à Corrupção" do MPE-AL, resultou em um Webinário virtual realizado pelo Canal da 5ª Gere no YouTube. O vídeo está disponível no canal.  Acesse o link aqui.

O evento teve a participação os Promotores de Justiça, Dr. Ricardo Paranhos, Promotor de Justiça de Arapiraca; Dra. Stela Valéria Cavalcanti,  Promotora de Justiça da Fazenda Pública Estadual e coautora da Cartilha Sou do Bem, Digo não à Corrupção; Dra. Marluce Falcão, Promotora de Justiça e coordenadora do Núcleo de Defesa dos Direitos Humanos do Ministério Público de Alagoas; A Chefe de Rede Estadual da 5ª Gere, Professora Luzia Santos, representou a Gerente da 5ª Gere, Professora Ana Valéria Peixoto de Oliveira; também participaram professores e alunos da Educação de Jovens e Adultos - EJA das escolas estaduais da 5ª Gerência Regional de Educação.

Alguns trabalhos apresentados pelos alunos estão disponíveis para consulta abaixo.

                  



Eduarda Maria - Esc. Est. Manoel André

Marlene Alves - EPIAL


PARÓDIA: É COM HONESTIDADE

Inspirada na música: É O AMOR, Zezé de Camargo e Luciano/

 Aluna do 4º Período EJA: Maria Edileuza de Farias Silva

Escola Estadual Izaura Antonia de Lisboa - EPIAL

 

A corrupção é um mal que atinge a gente

Comprometendo todas as gerações, eu não vou negar.

Eu não vou negar que vivemos tempos difíceis

Toda a sociedade está sujeita a ela, eu não vou negar.

      

O Brasil continua aumentando a corrupção

Eu não vou negar.

 

 A corrupção é um mal que atinge toda a sociedade

Comprometendo a vida de gerações inteiras.

Desse jeito não dar mais pra viver.

 

Com decisões corruptas e

Atitudes erradas.

Estamos levando a vida de maneira pra um buraco negro.

Precisamos mudar para combater.

    

É com honestidade

Que vamos mudar o futuro de nossa nação

Vamos acabar com a corrupção

Vamos mostrar que juntos podemos vencer

 

É com honestidade, honestidade, honestidade.

Compromisso e esforço de todos nós

Que vamos combater e destruir

E assim seremos capazes de melhor viver.


CORDEL: O cidadão diz não à corrupção

Autora: Janaina Martins da Silva

Escola Estadual Nossa Senhora da Conceição - Craíbas

 

Quero, na verdade,

Só um minuto da sua atenção,

Pois nesse mundo o que importa

É cumprir nossa missão.

Sejamos conscientes

Para que nosso Brasil vá para frente

Diga: “sou do bem

E digo não a corrupção”.

 

Neste ano de política

Devemos ter muita precaução 

Agir com iniquidade

Não é uma boa opção,

Por isso diga sempre a verdade

Que é a melhor solução,

Haja com honestidade

Não faça do seu voto um leilão.

 

Será mesmo que enganar

É melhor do que ajudar?

Será que não tem mais jeito

De aprender essa lição?

Acredito que sim,

Consertando o coração.

Dizendo: “sou do bem

E digo não a corrupção”.

 

A votação no Brasil

É popular, universal,

O povo tem participação

Na campanha eleitoral,

Sofre com a corrupção

O que nos faz muito mal,

Pois está matando a esperança,

Mas não muda o moral.

 

A corrupção, minha gente,

Está acabando com a confiança

De um povo sofredor

Com sede de mudança.

Jovens de dezesseis anos,

Formando uma mente agora

E sendo manipulados

Quando isso melhora?

 

Meu voto é coisa séria

Preciso usá-lo para acertar,

Alguns políticos prometem o céu

Depois só querem enrolar.

Não é preciso enganar

Para poder se eleger,

Porque a honestidade é o caminho

Correto para conseguir vencer.

 

Se você é consciente,

Prove sua conscientização.

Reflita sobre seus atos

Para mais tarde não ser cobrado,

Diga: “sou do bem

E digo não à corrupção”,

Corrigindo pequenos hábitos

Que também destroem a nação.

 

A atitude do cidadão

É tentar se informar

E agir com convicção

Para o mundo melhorar

Que Deus proteja a humanidade

E abençoe nossa população.

Diga: “sou do bem

E digo não a corrupção”.



terça-feira, 5 de maio de 2020

O QUE É SUSTENTABILIDADE?



Sustentabilidade Ambiental: o que é? Tipos e exemplos
Você sabe o que significa o conceito de sustentabilidade ambiental? E como ele é empregado e pode mudar o ambiente de uma empresa?
Neste artigo, vamos ensinar os conceitos de sustentabilidade e mostrar sua importância na vida das pessoas, inclusive dentro do ambiente de trabalho.
Em tempos de conscientização ambiental, especialmente impulsionada pelo aumento demográfico, industrialização e mudanças climáticas, ações de sustentabilidade devem estar integradas no ambiente pessoal e profissional.
O QUE É SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL?
O termo sustentabilidade está ligado diretamente à ideia de utilizar algo, sem que com isso seja esgotada sua capacidade de ser consumida por outras pessoas. A sustentabilidade ambiental também tem esse significado, porém de maneira mais complexa, por estar ligada ao meio ambiente e a todas as coisas o englobam.
O conceito de sustentabilidade ambiental define a maneira de que nós, seres humanos, utilizamos os bens e recursos naturais, para suprir nossas necessidades, sem que com isso exista o esgotamento e haja suprimento para as próximas gerações. É simples: ser sustentável é utilizar e cuidar para que não falte ao próximo que vai utilizar, formando assim uma cadeia solidária que busca preservar da melhor maneira possível o meio ambiente.
O termo está diretamente ligado ao desenvolvimento sustentável, que começou a ser mais abordado na década de 1980, quando iniciaram-se as discussões sobre o crescimento e desenvolvimento sem a extinção dos recursos naturais.
É sabido que toda ação humana modifica o meio ambiente, sem exceção. Também entendemos que, sem o meio ambiente, o homem não pode viver. Essa interação sustentável é importante para que os dois componentes, homem e natureza, possam conviver em harmonia, sem prejuízos para nenhum dos dois.
A importância da sustentabilidade ambiental é medida pelo quão importante é o meio ambiente na vida do homem. Sem os recursos naturais, que incluem água, o oxigênio, minérios, solo, a energia e calor do sol, as florestas, os animais o homem não pode viver. E por isso podemos medir a essencialidade de manter esses recursos de maneira sustentável.
Muitas pessoas já perceberam a necessidade de aplicar o conceito de sustentabilidade em suas ações diárias, como, por exemplo, consumir produtos naturais, evitar o consumo excessivo de produtos químicos, reutilizar embalagens, separar o lixo e incentivar a reciclagem, utilizar transportes menos poluentes, ensinar as crianças e jovens com uma educação ambiental adequada, entre outras ações.
Essas ações trazem benefícios a médio e longo prazo e, talvez por isso, seja tão difícil que toda a sociedade participe. Porém, a conscientização vai além das práticas diárias. A sustentabilidade ambiental também deve estar inserida no ambiente corporativo, com ações que resultem num crescimento econômico sem prejuízos ao meio ambiente.
E por que não crescer e ser sustentável ao mesmo tempo? Abaixo vamos listar algumas ações de Sustentabilidade Ambiental para o ambiente corporativo que podem ajudar as empresas a melhorarem o seu desempenho e colaborarem com o meio ambiente.
Criar e desenvolver novos métodos que garantam a sustentabilidade dentro do crescimento econômico, abrangendo assim o desenvolvimento sustentável, é um desafio que deve ser posto em prática no cotidiano empresarial. Para isso, devemos conhecer algumas mudanças que permitam um crescimento saudável nas cadeias da indústria e serviços.
Seguir os princípios do desenvolvimento sustentável, como criar uma responsabilidade social quanto à utilização e gestão do meio ambiente, o comprometimento com práticas sustentáveis, entre outra ações, pode significar um crescimento econômico de empresas sem prejuízos para a natureza.
VEJA OS PRINCIPAIS BENEFÍCIOS DE AÇÕES DE SUSTENTABILIDADE NAS EMPRESAS
1. A economia de material como aliada na gestão financeira interna
Quando a empresa opta por uma gestão consciente de material de produção, está desenvolvendo não só uma ação sustentável, mas também um plano de redução de gastos que pode significar um aditivo no orçamento total.
O uso consciente de materiais e insumos gera uma redução de sobras, o que, dentro do ambiente corporativo, é de grande importância. Para integrar tal ação, os responsáveis pela área devem investir em treinamento de mão de obra, com a qualificação dos funcionários das áreas atingidas e em tecnologia, que pode apresentar novas metodologias de utilização e controle. Essa ação colabora com a sustentabilidade ambiental e ajuda o empreendedor.
2. Descarte de lixo e reciclagem de material no ambiente corporativo
Em alguns casos, a sobra de material é inevitável, mas isso não deve significar um descarte irresponsável. A separação correta dos excessos e a condução adequada dos mesmos contribui para o desenvolvimento sustentável da empresa.
Pontos de coleta e avaliação de itens que podem ser reutilizados ou reciclados devem estar no contexto das ações internas. Neste caso, os funcionários devem ser orientados para realizar a separação in locu.  A reciclagem pode abranger desde copos descartáveis até materiais industriais e de escritório.
Os copos plásticos também podem ser eliminados através da distribuição de canecas ou copos individuais.
A empresa pode utilizar também de coletores locais de reciclagem, dentro da própria comunidade inserida, o que faz com que cumpra de modo saudável seu papel social.
Os itens que não forem recicláveis poderão ser direcionados para um sistema de compostagem, que poderá fomentar com insumos de base orgânica uma horta ou jardim da própria empresa. Isso é ser sustentável e colaborar com boas práticas.
3. Técnicas de aproveitamento de recursos naturais
Ainda no plano de sustentabilidade ambiental, uma empresa consciente deve buscar projetos que conduzam a um conceito onde possa se beneficiar da própria natureza, usufruindo do que ela oferece de melhor.
A utilização, por exemplo, de energia solar como fonte de energia limpa é uma boa medida. Além de ser uma prática sustentável adotada em diversos países, essa fonte pode significar uma redução considerável de gastos com contas de energia elétrica.
O sol, além da energia limpa, também pode estar presente em ambientes no espaço físico da empresa, como em salas de reunião e refeitórios, onde a claridade pode ser destacada com mudanças simples na arquitetura local, como a abertura de janelas maiores ou telhas de vidro, que favoreçam a iluminação natural.
Ações simples de sustentabilidade transformam o âmbito corporativo, propiciando o desenvolvimento sustentável daqueles que adotam uma proposta de crescimento consciente, em conjunto com seus colaboradores.
4. Tecnologia a serviço do meio ambiente
As tendências tecnológicas acompanham as boas práticas. Ao pensar em contenção de resíduos, podemos incluir papéis de divulgação de produtos e uso interno. Uma tendência crescente é a criação de aplicativos que facilitem a comunicação entre as pessoas, no próprio computador ou painel de avisos, de maneira rápida e limpa.
Novas tecnologias que favoreçam a redução do consumo de água é uma  grande aliada  ao ambiente corporativo. Além da conscientização dos colaboradores, ajuda com a manutenção do meio, diminuindo impactos e os gastos excessivos.
Uma outra tendência é a utilização de roupas de material com tecnologia biodegradável, que deve ser adotada no uniforme dos colaboradores. Estimular o conhecimento de novos materiais e a quebra de paradigmas é um grande passo para o sucesso de práticas de sustentabilidade ambiental.
Vale lembrar que todas as ações devem ser promovidas e explicadas aos funcionários, para que o esclarecimento dos temas possa induzir à conscientização e interação ambiental. 
As empresas também podem ser importantes influenciadoras na vida de seus clientes. Ao produzirem produtos com ênfase em processos sustentáveis, materiais que não agridam o meio ambiente, e serem representadas por ações que colaborem para um desenvolvimento sustentável, podem induzir clientes e colaboradores às práticas colaborativas de consciência ambiental.
É papel do governo e das empresas colaborarem para que a comunidade esteja envolvida em ações de educação ambiental e desenvolvimento sustentável, como forma de usufruir daquilo que a natureza nos oferece, sem extinguir recursos preciosos, que influenciam diretamente em nossa qualidade de vida. Toda a sociedade deve estar unida em busca de uma maior proteção do meio ambiente. Com ações simples, uma pessoa pode mudar sua realidade. Com atos em massa, todos podemos mudar o mundo.

domingo, 3 de maio de 2020

EU E O TRÂNSITO

Imagem da Internet


Há muito tempo nos questionamentos sobre como ser um cidadão consciente são cada vez mais constantes e necessários. Em todos os aspectos da vida em sociedade, existem normas que, mais do que limitar as atitudes dos cidadãos, servem para que todos os direitos das pessoas sejam respeitados. Porém, há um ponto que apresenta inúmeros problemas devido à falta de conscientização da população: o trânsito. Mas como ser um cidadão consciente no trânsito?
Todos os dias, muitas pessoas se deparam com a obrigação de enfrentar problemas causados pelo trânsito. Na realidade, tais complicações são causadas pelos agentes que o compõe, que começa pelos pedestres e se estende até os condutores de veículos automotores.
Ao sair na rua, cada ser humano representa uma parte do trânsito e, como tal, precisa considerar a existência de normas que organizam o fluxo de pessoas e veículos pelas vias públicas. A responsabilidade de fazer com que tudo ocorra bem nas ruas é de todos e, tomadas as medidas de segurança cabíveis a cada um, certamente teremos cidadãos mais conscientes e um trânsito mais seguro.
QUAIS SÃO AS REGRAS DE SEGURANÇA NO TRÂNSITO?
Quando a pessoa passa pelo processo de habilitação, seja pela primeira vez, seja por outros motivos, como cursos de atualização da CNH (Carteira Nacional de Habilitação), por exemplo, ela é submetida a aulas teóricas que têm o objetivo de discorrer sobre as leis de trânsito e, mais do que isso, sobre atitudes que devem ser tomadas ao estar no controle de uma moto ou carro. Esse é o momento em que a pessoa precisa atentar para as regras para que possa estar preparada para entrar no trânsito como condutor.
Sendo assim, o indivíduo precisa entender quais as atitudes que ele deverá tomar quando estiver no controle de um veículo para que não ocorram acidentes no trânsito. Respeitar as leis é fundamental e, para isso, é necessário que a pessoa esteja de posse desse conhecimento para que consiga colocá-lo em prática. Os Centros de Formação de Condutores (CFCs) seguem um roteiro básico que tem o objetivo de levar aos condutores e futuros condutores uma formação consistente para o trânsito.
Os cursos teóricos são formados por módulos como legislação de trânsito, noções básicas de mecânica e primeiros socorros, que prepararão o futuro motorista para incidentes inesperados em seu percurso, direção defensiva, que ensinará como dirigir de modo a prevenir acidentes e, o que aqui ganha destaque, cidadania.
O módulo cidadania abrange assuntos referentes ao comportamento humano no trânsito. Princípios de empatia, gentileza, respeito e paciência são abordados nessa etapa do curso de formação. De forma geral, nessa sessão comenta-se sobre o cumprimento das leis, que são válidas para todos os cidadãos, os direitos que todos possuem e a convivência no trânsito.
Ao todo, são 45 horas/aula que o aluno deve assistir para passar aos passos seguintes e, enfim, encarar o trânsito. Se cada aula for assistida com atenção, provavelmente a pessoa tomará atitudes que definem bons condutores.
Diversas campanhas de conscientização acontecem por todo o Brasil ao longo dos anos. A intenção é sempre a de tentar convencer os cidadãos de que é preciso ser responsável no trânsito para que acidentes desse tipo aconteçam menos frequentemente nas estradas e nas ruas das cidades. Obviamente, essas campanhas não objetivam conscientizar a população instantaneamente, mas sim fazer com que a realidade se transforme a médio e longo prazos.
No geral, todas costumam chamar a atenção para o uso dos equipamentos obrigatórios, como o cinto de segurança para motoristas de carros e o capacete para motociclistas. Estes últimos ajudam, de forma considerável, a aumentar os índices de acidentados no trânsito, inclusive com vítimas fatais. Uma das campanhas mais conhecidas no país é a intitulada Maio Amarelo, criada após o estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelar que o Brasil está em 5º lugar na lista de países com os maiores índices de mortes no trânsito.
ATITUDES SIMPLES, PORÉM INDISPENSÁVEIS
Uma campanha do DETRAN/RS, intitulada “Trânsito Seguro: o Motorista Consciente”, expressa a necessidade de todos fazerem sua parte no trânsito, sejam pedestres, ciclistas, motociclistas ou motoristas. Nela, o departamento sinaliza para a importância de adotar práticas mais seguras para que a qualidade de vida das pessoas seja garantida. A campanha elabora, ainda, uma lista com várias atitudes necessárias para a segurança no trânsito.
Tais atitudes são simples e não causam quaisquer dúvidas quanto à sua realização. Uma delas, por exemplo, é a orientação para parar no sinal vermelho. Outras, com o mesmo grau de complexidade, são sinalizar antes de realizar qualquer manobra, não usar celular ao dirigir, dar a preferência para ambulâncias e outros veículos de emergência e, ainda, parar a cada 4 horas em casos de viagens longas.
Outras recomendações, como ligar o pisca alerta e usar o triângulo em caso de parada causada por problemas no veículo, deixar a distância de 5 metros das esquinas ao estacionar, manter distância segura de outros veículos, usar farol baixo em dias chuvosos ou de neblina, também são feitas. Por fim, mas não menos importante, outras sugestões essenciais são não consumir estimulantes ou energéticos se for dirigir e, a recomendação mais feita em todos os lugares, se for dirigir, não beber. Neste caso, é importante ficar, pelo menos, 8 horas sem assumir o volante.
Como se pode perceber, existem várias práticas para colaborar com um trânsito melhor. Muitas delas são atitudes básicas de segurança e apreço ao próximo. Basta ter consciência de que tomar medidas de precaução contribui para a manutenção da paz e da segurança em um espaço utilizado por todos os cidadãos que, como tais, devem exercer a cidadania em todas as atividades do seu dia a dia, em prol de uma vida com mais respeito e tranquilidade.


sábado, 18 de abril de 2020

Os Elementos da Comunicação

Imagens da Internet


Os elementos da comunicação são divididos em seis diferentes tipos. Para que uma comunicação seja estabelecida, é imprescindível que os seis estejam presentes. A comunicação está diretamente interligada à linguagem e à interação. Dessa forma, ambas exigirão os elementos da comunicação para compor uma situação de inter-relação. Por meio disso, elas serão parte intermediária da troca de mensagens entre um emissor e receptor – igualmente presentes como elementares.
Compondo seis diferentes tipos, os elementos necessários para determinar uma comunicação são:
  • Emissor;
  • Receptor;
  • Mensagem;
  • Canal;
  • Contexto;
  • Código;
Todo e qualquer ato de comunicação exige um emissor (quem emite) e um receptor (quem recebe). Enquanto ao receptor está a responsabilidade de elaboração do texto, ao receptor está a de compreender. Assim, seja uma opinião, uma solicitação ou uma reivindicação, será necessária a compreensão de quem recebe para que se configure. A mensagem assim configurada pode ser em linguagem verbal e não-verbal.
Os seis diferentes elementos da comunicação
Para uma comunicação efetiva ocorrer, é fundamental que seis elementos componham uma interlocução. De forma a estabelecer uma troca de mensagens, diferentes elementos da comunicação são fundamentais. Como supracitados, eles são seis: emissor, receptor, mensagem, canal, contexto e código. Sem um deles, dificilmente a mensagem sairá com clareza da linguagem do emissor e chegará com coerência ao receptor.
Emissor
Denominado igualmente por locutor, ou ainda falante, este é dos elementos da comunicação, o mais importante. Isso porque ele tratará de dar início ao estabelecimento de uma atividade comunicativa. Ao emissor corresponde a função de emitir uma determinada mensagem. Esta, por sua vez, será destinada a um ou vários receptores. As situações podem ser desde um diálogo interpessoal até mesmo uma palestra.
Mensagem
É o recurso utilizado dentro da comunicação. Ela é a representação verbal ou não-verbal do conteúdo a ser entregue. É, portanto, o conjunto de informações emitidas pelo falante.
Canal
O canal de comunicação abrange o local onde (ou por onde) a mensagem será transmitida. Podendo ser, por exemplo, por um telefone, em um jornal, uma revista, televisão ou blog.
Código
O código nada mais é que o conjunto de signos a serem utilizados para transmissão da mensagem. Podem ser signos gráficos, como palavras, ou ainda signos imagéticos, como representação de cores para significar uma fala.
Contexto
O contexto é a situação comunicativa a qual se encontram emissor e receptor(es). É o ambiente a qual estão inseridos, podendo ser chamado, inclusive, de referente.
Receptor
O receptor é aquele que recebe uma mensagem, por um determinado canal, sob um determinado código em um específico contexto. Por fim, é o interlocutor, o ouvinte, a quem a mensagem chega.
Quando não há comunicação
Uma comunicação só é efetivamente realizada quando há compreensão por parte do interlocutor. Sem que haja a recepção, uma mensagem emitida de nada serve. A isso se chama ruído na comunicação. Este ruído ocorre quando a mensagem não é decodificada corretamente pelo receptor.
São vários os fatores que podem atrapalhar na identificação dos elementos da comunicação. Desde a voz baixa do locutor até o barulho de um ambiente ou ainda um código de signos desconhecidos pelo receptor. Por esse motivo, a comunicação só será efetiva quando houver decodificação. Sem ela, o locutor é apenas um mero emissor sem significante.
Referências
Novíssima Gramática da Língua Portuguesa – Domingos Paschoal Cegalla
Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Especialista em Linguagens pelo Instituto Federal Sul-Rio-Grandense (IFSul) e Mestrando em Comunicação pela Universidade do Porto, de Portugal (UP/PT).

A EVOLUÇÃO NOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO: O QUE MUDOU?

Imagens da Internet

A evolução dos meios de comunicação alterou o ritmo e o padrão de vida das pessoas. Além disso, os avanços permitiram que as empresas ampliassem a cobertura de seus negócios, diversificando produtos, serviços e a forma de ofertá-los ao público potencial.

Evolução dos meios de comunicação
Poderíamos destacar aqui muitas outras grandes áreas em que a tecnologia gerou impacto e trouxe benefícios e malefícios, como a segurança, os transportes, o meio ambiente etc.
No entanto, voltando para o foco do nosso artigo, falaremos sobre os sistemas de comunicação. Afinal, nunca se comunicou tanto na história.
Hoje, além dos meios tradicionais de informação, temos os aparelhos celulares. Conectados à rede de internet, esses dispositivos nos acompanham por toda parte e concentram a maioria esmagadora dos serviços disponíveis no ambiente digital.
Com um simples clique, é possível fazer compras, pagar contas, pedir comida, conversar com os amigos, fazer reclamações a uma empresa, solicitar informações, assistir à televisão, ouvir rádio, buscar entretenimento e acessar um universo de notícias.
Segundo dados recentes, há 230 milhões de celulares ativos só no Brasil. Com isso, é possível dizer que existem mais smartphones do que pessoas no país. Isso porque, de acordo com projeções do Instituto de Geografia e Estatística (IBGE), nossa população é formada por pouco mais de 210 milhões de habitantes.
Tanto é que, hoje, é difícil encontrarmos uma pessoa que ande sem o celular, não é mesmo? O comportamento e o perfil dos cidadãos, no geral, estão sendo atingidos pelos avanços tecnológicos.

O conceito de meio de comunicação
Os meios de comunicação são veículos que transmitem informações entre emissor e receptor.

Tipos de comunicação
Podemos considerar os meios de comunicação como ferramentas voltadas para a comunicação entre os indivíduos, por meio de um sistema que transfere informações de diferentes formas.
Assim, os meios de comunicação são, basicamente, divididos em dois tipos:
Individual: nessa categoria, o veículo de comunicação, ou seja, o instrumento, tem capacidade para propagar informação de um para um. Isto é, a comunicação nesse sentido ocorre em um nível de interação mais restrito. Exemplos desse tipo são a carta e o telefone (SMS, bate-papo etc.);
Massa: já a comunicação massiva é feita por meios que permitem a difusão de informações de um emissor para um extenso contingente de receptores. Exemplos clássicos dos meios de comunicação de massa são a televisão, o rádio, a revista e hoje, também, a internet.

Linha do tempo da evolução dos meios de comunicação
Segundo registros históricos, os homens já encontravam na pintura rupestre em cavernas formas de passar informações uns aos outros. Os desenhos são datados de 15.000 a.C., no continente africano, e dão origem à forma de comunicação escrita.
Carta
Com o surgimento da escrita, um dos primeiros meios de comunicação foi a carta — ou correio.
Há registros de que as cartas, transportadas pelos pombos-correio, datam de 776 a.C. Nessa época, os egípcios já utilizavam essa mídia para se comunicar.
A carta, aliás, permaneceu por muito tempo como um instrumento de comunicação, perdendo espaço somente após a invenção da telefonia.

Jornal
Meio de comunicação impresso, o jornal é um produto composto por notícias e artigos. Na história, foi instrumento político para influenciar a opinião pública. 
Há registros que apontam que o primeiro título foi produzido em Roma, em 59 a.C., com o objetivo de fazer propaganda do governo. Tanto na Europa quanto nos Estados Unidos, até o século 20, foi considerado fruto de uma produção artesanal. A partir de 1900, passa a seguir padrões industriais. 

Telégrafo
Já o telégrafo consiste em uma das primeiras invenções tecnológicas, funcionando com base em comunicação escrita a distância e transmitida por meio de códigos. 
Foi o engenheiro francês Claude Chappe o primeiro a cunhar o termo “telégrafo”, em 1790. Mais à frente, em 1835, Samuel Finley Morse desenvolveu o telégrafo que, de forma simples e prática, enviava mensagens a longas distâncias por meio do famoso código Morse.

Telefone
Alguns anos mais tarde, surgiu outra invenção que prometia alterar de uma vez por todas a comunicação entre as pessoas. Estamos falando do telefone, desenvolvido como uma evolução do telégrafo na segunda metade do século 19. 
A autoria da invenção é polêmica. Primeiramente, ela foi atribuída a Alexander Graham Bell, em 1876. Porém, anos mais tarde, o título foi creditado ao italiano Antonio Meucci, que havia criado a tecnologia em 1860.

 Radio
A radiotransmissão foi desenvolvida na mesma época do telefone.
O rádio, aliás, configura-se na classe dos meios de comunicação de massa. Por isso, ganhou destaque durante a Primeira Guerra Mundial, popularizando-se na Europa e nos Estados Unidos.
No Brasil, a tecnologia chegou nos anos 20 e ganhou popularidade a partir de 1930.

Televisão
Apesar de não se ter uma data específica para o surgimento da televisão, sabe-se que as primeiras estações apareceram na década de 1920.
Essa tecnologia da comunicação foi uma das mais revolucionárias da história, por transmitir sons e imagens por meio de um campo eletromagnético. 
É considerada uma evolução do rádio e ainda hoje consiste no meio de comunicação mais acessado em países como o Brasil. Por aqui, ela chegou apenas em 1950, com a TV Tupi.

Telefone celular
Pasme, mas o aparelho celular é mais antigo que a chegada da televisão ao Brasil. Ele foi criado nos Estados Unidos pelo laboratório Bell, em 1947, gerando uma revolução no sistema de telefonia. 
Na década de 1950, outras empresas — como Ericsson e Motorola — passaram a produzir celulares. Contudo, foi só nos anos 2000 que o dispositivo ganhou traços de um smartphone, sem teclados numéricos.
Diferentemente do que foi no passado, hoje o celular deixou de ser um aparelho voltado apenas para a troca de ligações telefônicas e SMS.
A ferramenta se tornou uma tecnologia altamente desenvolvida e sofisticada, que funciona ao mesmo tempo como telefone, computador, câmera fotográfica, câmera de vídeo etc.
Foi por meio da popularização dos smartphones, inclusive, que a internet alcançou camadas expressivas da sociedade.

Referencias

Evolução do meios de comunicação: o que mudou?

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